Apartamento ficou inabitável e vítimas perderam roupas, móveis e eletrodomésticos por conta do incêndio. Saiba como ajudar






O enfermeiro e mestre em saúde pública Igor Ribeiro, 42 anos, é o morador do apartamento, localizado no terceiro andar do Bloco B do edifício. Ele conta que o local ficou totalmente inabitável e que está abrigado com a esposa, os dois filhos (de 14 e 16 anos) e o cachorro de estimação na casa de amigos.
“O teto de gesso em toda a casa trincou e foi caindo sobre as coisas. Aquilo que não pegou fogo, foi afetado pelo intenso calor e derreteu, retorceu”, explica o morador. “Perdemos muita coisa, entre eletrodomésticos, móveis, roupas e calçados”, lamenta. “Perdemos duas televisões, ventiladores, sofá, computador, videogame e acessórios pessoais. Ainda não sabemos de todos os eletrodomésticos porque a energia foi desligada.”
A família acredita que um celular ligado na tomada possa ter dado início ao incêndio. “É a principal suspeita levantada pela perícia do Corpo de Bombeiros, porém, o laudo final ainda não foi repassado com as análises. Estamos nesse aguardo”, comenta Igor.
A esposa e o filho mais novo de Igor estavam em casa no momento do incêndio. Por sorte, ninguém se feriu. “Meu filho estava vendo TV na sala, quando percebeu uma fumaça preta e um cheiro forte saindo do quarto dele. Ele teve a iniciativa de sair e ir para a portaria”, afirma o enfermeiro.
“De lá da portaria, ele e minha esposa viram o incêndio e não voltaram mais. Meu vizinho teve o reflexo de entrar no apartamento e resgatar nosso cachorro.”
O CBMDF deve informar, em até 30 dias, as causas do incêndio.

